Com o início este mês de quatro Campeonatos Estaduais (Pará, Pernambuco, Santa Catarina e Rio de Janeiro) e o de Brasília, além de regatas em Sergipe, São Paulo e Rio Grande do Sul, atletas e dirigentes precisam estar atentos às mudanças introduzidas a partir de 1º de janeiro no Código de Remo da CBR, aplicado em todas as competições oficiais no país.
A principal mudança é que não há mais a paralisação da prova caso algum barco quebre nos primeiros 100 metros. Além disso, para haver protesto sobre alguma coisa ocorrida no percurso da prova é preciso haver objeção por parte dos remadores após cruzar a linha de chegada, mas antes de sair da água.
A terceira mudança apenas formaliza uma prática comum em vários campeonatos, com a divisão da categoria Júnior em B (atletas com até 16 anos) e A (até 18 anos de idade).
As novas regras, uma tradução do Código de Remo da Federação Internacional de Remo (FISA), foram apresentadas aos árbitros em um curso em Porto Alegre, em dezembro passado, e aplicadas na Seletiva Nacional, em janeiro.
Código Brasileiro de Remo - 01/2014