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Valdeni Júnior e Joice Emily são prata na China, e Brasil conquista primeira medalha da história em Mundiais de Remo de Praia


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O remo de praia brasileiro escreveu um capítulo inédito de sua história ao conquistar uma medalha inédita no Mundial de Qingdao (China), na última madrugada, com Valdeni Júnior e Joice Emily: prata na categoria Double Misto Inclusão, que reúne um atleta paralímpico e outro olímpico. A campanha do Brasil, finalizada nesta terça, 20, ainda teve outros resultados expressivos, como o quarto lugar de João França e Helena Ewald no Double Misto Sub-19.


“Passamos por algumas dificuldades durante os treinamentos, aqui no campeonato também, mas conseguimos evoluir a cada prova, a cada descida, e conseguimos sair com a medalha de prata. Esta é uma conquista não só minha e da Joice, mas de toda a comissão técnica, dos profissionais que nos ajudaram e de todo o remo brasileiro”, destacou o catarinense Valdeni Júnior, que perdeu parte da perna esquerda após sofrer acidente automobilístico e compete no para remo desde 2018.

No remo de praia, os atletas disputam uma fase classificatória em formato time trial. Como Valdeni e Joice fizeram a terceira melhor marca na tomada de tempo e somente os dois primeiros avançavam diretamente às semifinais, eles precisaram encarar a respescagem. Foi então que a dupla brasileira cresceu na competição: superou a parceria de Hong Kong no primeiro mata-mata e, na disputa por uma vaga na decisão, venceu a vice-campeã europeia Grã-Bretanha. Com a medalha já garantida, os brasileiros disputaram a final contra a Espanha, que levou a melhor com Marcos Delgado e Rocio Fraguela.

Quarto lugar no Double Misto Sub-19

Outro resultado de destaque veio na categoria sub-19, com João França e Helena Ewald. Após avançar no time trial, a dupla brasileira superou a Grécia e o Egito nas duas primeiras eliminatórias. Na semifinal, os jovens remadores acabaram derrotados pela Alemanha, que posteriormente conquistaria o título mundial. Já na disputa pelo bronze, a Espanha mais uma vez levou a melhor sobre o Brasil.

Para Werner Höher, vice-presidente da Confederação Brasileira de Remo (CBR), os resultados no Mundial de Qingdao refletem a evolução da modalidade no país e reforçam as perspectivas de crescimento nos próximos anos.

“Esta campanha representa um novo capítulo para o remo de praia brasileiro, com a conquista de uma medalha de prata inédita em Mundiais, que é resultado de muita dedicação deste grupo. Mas também tivemos outros desempenhos que merecem destaque, como este quarto lugar no Double Misto Sub-19, que mostra a força da nova geração e o trabalho a longo prazo que vem sendo desenvolvido”.

Brasil também avança às oitavas nas provas olímpicas

Nas provas que farão parte do programa dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028, quando o remo de praia fará sua estreia no evento, os melhores resultados brasileiros foram de David Souza e Ana Caroline Freire, ambos classificados para as oitavas de final do Single.

David teve um início promissor, registrando o sexto melhor tempo na primeira tomada de tempo da competição. No entanto, acabou superado por apenas dois segundos pelo português Alisson Russo, em um confronto equilibrado nas oitavas de final. No feminino, Ana Caroline Freire também passou pelo time trial, mas foi eliminada pela lituana Raminta Morkunaite.

Confira abaixo todos os resultados do Brasil no Mundial de Qingdao:

Single Masculino
David Souza: oitavas de final (superado por Alisson Russo, de Portugal)

Single Masculino Sub-19
Lucas Kröeff: oitavas de final (superado por Chun Cai, de Hong Kong)

Double Masculino Sub-19
Lucas Kröeff e João França: quartas de final (superados por Pierre Ibarburu e Mael Khaloua, da França)

Single Feminino
Ana Caroline Freire: oitavas de final (superada por Raminta Morkunaite, da Lituânia)

Single Feminino Sub-19
Maria Luiza Jacob: oitavas de final (superada por Weiwei Zhu, da China)

Double Feminino Sub-19
Helena Ewald e Maria Luiza Jacob: 11º lugar

Double Misto Inclusão
Joice Emily e Valdeni Júnior: 2º lugar (superados por Rocio Fraguelas e Marcos Delgado, da Espanha)

Double Misto
Kissya Cataldo e Vangelys Reinke: 29º lugar

Double Misto Sub-19
Helena Ewald e João França: 4º lugar

Four Misto
Ana Caroline Freire, Fernanda Nunes, Yan Costa, David Souza e Lucas Kröeff (timoneiro): repescagem (superados pelos EUA)

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Crédito da foto: Detlev Seyb/World Rowing

Brasil disputa Mundial de Remo de Praia na China com 12 atletas e presença confirmada em todas as provas

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O Brasil terá representantes em todas as provas do Campeonato Mundial de Remo de Praia, que tem início neste domingo, 18, em Qingdao (China). Com 12 atletas confirmados no evento, a seleção brasileira será uma das cinco a brigar por medalhas em cada disputa das categorias Sênior, Sub-19 e Para Remo, ao lado de Egito, Espanha, Estados Unidos e Grã-Bretanha.

A competição reúne 222 embarcações de 53 países e marca mais um capítulo da expansão internacional do remo de praia, modalidade que fará sua estreia no programa olímpico em Los Angeles 2028. Para se ter uma ideia, a edição inaugural do Mundial, realizada em Shenzhen 2019, contou com apenas 35 barcos de 13 nações.

Entre os destaques brasileiros está David Souza, quinto colocado no Mundial de Antalya 2025, inscrito no Single Skiff masculino, prova com maior número de inscritos do evento (48), e João França, que será o representante do país nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Dakar (Senegal), no próximo mês de novembro.

“Tenho que dar um passo de cada vez até para não ficar pensando tanto nos Jogos Olímpicos da Juventude. O meu foco agora é disputar o meu primeiro Mundial e conseguir uma boa classificação. Se vier uma medalha, melhor ainda, mas o principal é seguir evoluindo”, afirma o jovem de 16 anos, inscrito nas provas sub-19 do Double Skiff Masculino e do Double Skiff Misto.

Natural de Maricá (RJ), João iniciou sua trajetória no remo de praia em abril deste ano, quando conquistou a vaga para a seleção brasileira em seletiva realizada na cidade de Natal (RN). Para o atleta, as características da modalidade lhe possibilitaram uma adaptação rápida às provas.

“O remo de praia é muito dinâmico, ainda mais se comparado ao remo clássico, que tem distâncias muito longas. Aqui é mais explosão, e eu me considero um atleta mais explosivo fisicamente. Então, vejo que a modalidade se adequou muito bem às minhas características”.

A seleção brasileira chegou à China após um período de aclimatação em Brisbane (Austrália), onde a Confederação Brasileira de Remo (CBR) deu início a um projeto de longo prazo, intitulado “Row to Brisbane”, que visa a preparação para os Jogos Olímpicos de 2032. Esta foi a primeira delegação nacional, entre todas as modalidades olímpicas, a treinar na cidade australiana desde sua escolha como sede dos Jogos.

Porém, em Qingdao, as condições climáticas têm imposto dificuldades às seleções. Os fortes ventos na região provocaram o cancelamento de todas as sessões oficiais de treinamento até aqui, inviabilizando o reconhecimento do local de competição.

Confira abaixo todos os integrantes da seleção brasileira no Mundial de Remo de Praia:

Sênior
Ana Caroline Freire
David Souza
Fernanda Nunes
Kissya Cataldo
Vangelys Reinke
Yan Costa

Sub-19
Helena Ewald

João França
Lucas Kröeff
Maria Luiza Jacob

Para Remo
Joice Emily

Valdeni Junior.

Comissão Técnica
Claudio Mello (treinador)

Dario Femminò (head coach)
Emanuel Borges (treinador)
Luiz Revite (fisioterapeuta)
Werner Höher (chefe de equipe)

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Crédito da foto: Gabriel Luiz/Remo Brasil

CBR lança projeto “Row to Brisbane” e inicia planejamento do remo brasileiro para os Jogos Olímpicos de 2032

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Os Jogos Olímpicos de Brisbane 2032 já começaram para o remo brasileiro. A seis anos do evento, a Confederação Brasileira de Remo (CBR) lança oficialmente o projeto “Row to Brisbane”, que busca estruturar desde já a preparação da seleção para o próximo ciclo olímpico.

A iniciativa é pioneira e começa nesta quarta-feira, 7, com a Seleção Brasileira de Remo de Praia realizando um período de aclimatação na cidade australiana antes do Mundial da modalidade, que ocorre de 18 a 21 de outubro, em Qingdao (China). Trata-se da primeira delegação nacional, entre todos os esportes do programa olímpico, a treinar em Brisbane desde que a cidade foi escolhida como sede dos Jogos de 2032.

“O objetivo é já começar a construir o nosso caminho para Brisbane. Queremos conhecer a estrutura, entender a logística e estabelecer relações, sendo este o primeiro passo de um planejamento que precisa ser feito com a devida antecedência”, afirma Ney Wilson, CEO da CBR.

A operação foi desenhada a partir do contato da CBR com a Rowing Queensland, federação responsável pela modalidade no estado cuja capital é Brisbane. A entidade dará suporte logístico à Seleção Brasileira, incluindo o empréstimo de barcos, por uma semana. Os treinos serão realizados inicialmente na praia de Mooloolaba, em Sunshine Coast, mas a equipe tem a opção de se deslocar até North Kirra e Currumbin, em Gold Coast, praias que sediaram este ano o Campeonato Australiano e o Campeonato da Oceania e que estão cotadas para receberem as provas de remo de praia em 2032.

“Queremos que os atletas criem uma relação com Brisbane, possam conhecer melhor as praias, o clima e as condições do mar. Treinar neste ambiente é parte do processo, e uma maneira de despertar neles o desejo de estarem nos Jogos de 2032”, explica Ney.

Com o “Row to Brisbane”, a CBR pretende ampliar também a experiência internacional dos atletas brasileiros. O grupo reúne remadores jovens e experientes, em um movimento que busca combinar bons resultados neste ciclo olímpico e pensar na renovação para os próximos anos.

Vale lembrar que o remo de praia fará sua estreia nos Jogos de Los Angeles 2028 e, como uma nova disciplina no programa olímpico, precisa encarar um processo de formação de novos atletas para ampliar seu nível competitivo. Entre os destaques da Seleção Brasileira está David Souza, quinto lugar no Mundial de Antalya 2025, e João França, que representará o país nos Jogos Olímpicos da Juventude Dakar 2026.

“Nunca tinha saído do Brasil até este ano e, em menos de seis meses, já vou conhecer outros quatro continentes. Estou muito feliz, e poder treinar em Brisbane traz ainda mais motivação para um dia poder realizar o sonho olímpico”, diz João.

Natural de Maricá (RJ), o atleta de 16 anos disputou sua primeira competição de remo de praia nesta temporada, em Natal (RN), quando conquistou a vaga para a Seleção Brasileira Sub-19. No último mês de julho, João foi prata no Troféu 1924 Pharoes, em Oeiras (Portugal), na prova do Double Masculino. Após o Mundial de Qingdao, o remador brasileiro embarca para a Itália, onde ficará treinando com o head coach Dario Femminò até o início dos Jogos Olímpicos da Juventude.

Confira abaixo a delegação completa do Brasil para o Mundial de Qingdao:

SÊNIOR
Ana Caroline Freire – Flamengo (RJ)
Fernanda Nunes – Vasco da Gama (RJ)
Kissya Cataldo – Flamengo (RJ)
David Souza – Flamengo (RJ)
Vangelys Reinke – Flamengo (RJ)

SUB-19
Helena Ewald – América (SC)
Maria Luiza Jacob – Flamengo (RJ)
João França – AAD Maricá (RJ)
Lucas Kröeff – Grêmio Náutico União (RS)

PARA REMO
Joice Emily – Riachuelo (SC)
Valdeni Junior – Riachuelo (SC)

COMISSÃO TÉCNICA
Claudio Mello – treinador
Dario Femminò – head coach
Emanuel Borges – treinador
Luiz Revite – fisioterapeuta
Werner Höher – chefe de equipe

Brasil alcança quatro finais A no Mundial de Amsterdã, e Beatriz Tavares repete 12º lugar de 2025

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O Brasil colocou quatro barcos em finais A nas 11 provas disputadas no Mundial de Remo, encerrado neste domingo, 30, em Amsterdã (Holanda). O desempenho, que reúne as disputas de remo clássico e para remo, teve como destaque nas provas olímpicas a 12ª colocação de Beatriz Tavares no Single Skiff Feminino pelo segundo ano consecutivo.


Nas disputas do remo clássico, dois barcos alcançaram a final A em provas não olímpicas: os Double Skiff Peso Leve, com Chloé Gorski e Isabelle Falck terminando em quinto lugar no feminino e Evaldo Becker e Piedro Tuchtenhagen ficando em sexto no masculino.

“Conseguimos levar este ano um número maior de atletas ao Mundial, e essas oportunidades são importantes para que todos possam ganhar mais experiência internacional. Vimos também uma equipe bem coesa, se ajudando bastante, com espírito de Seleção Brasileira. E, em termos de resultado, tínhamos uma boa expectativa em relação ao Single Skiff, que foi confirmada com a Bia, repetindo o melhor resultado dela”, afirmou o Chefe de Equipe da Seleção Brasileira, Willian Giaretton.

Já no para remo, as cinco embarcações que estiveram no Mundial terminaram no Top 10. Diana Barcelos e Jairo Klüg ficaram a uma posição do pódio na classe PR3 Double Skiff Misto, enquanto Claudia Santos foi a quinta colocada no PR1 Single Skiff Feminino.

Confira abaixo todos os resultados da Seleção Brasileira no Mundial de Amsterdã:

Remo Clássico
Single Skiff Feminino: Beatriz Tavares – 12º lugar (7:38.22)
Single Skiff Masculino: Lucas Verthein – 18º lugar (7:19.17)

Double Skiff Masculino Peso Leve: Piedro Tuchtenhagen e Evaldo Becker – 6º lugar (6:31.34)
Double Skiff Feminino Peso Leve: Chloé Gorski e Isabelle Falck – 5º lugar (7:23.33)

Double Skiff Masculino: Breno Ornellas e Olavo Pelegrino – 20º lugar (6:47.72)
Dois Sem Feminino: Lorrayne Lane e Mariana Macedo – 17º lugar (7:57.29)

Para Remo
PR1 Single Skiff Feminino: Claudia Santos – 5º lugar (11:03.84)
PR1 Single Skiff Masculino: Renê Pereira – 9º lugar (9:45.48)
PR2 Double Skiff Misto: Gessyca Guerra e Michel Pessanha – 7º lugar (9:23.79)
PR3 Double Skiff Misto: Diana Barcelos e Jairo Klüg – 4º lugar (7:37.44)
PR3 Quatro Com Misto: Angel Moraes, Marcela Teixeira, Erík Lima, Gabriel Mendes e Jucelino Silva – 7º lugar (8:11.27)


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Crédito da foto: Benedict Tufnell/World Rowing

Remo brasileiro conquista oito medalhas em Santa Fé e faz melhor campanha nos Jogos Sul-americanos desde Medellín 2010

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A Seleção Brasileira de Remo Clássico encerrou sua participação nos Jogos Sul-americanos Santa Fé 2026 com um desempenho marcado por crescimento e resultados expressivos. Com 20 atletas, a delegação conquistou oito medalhas, sendo uma de ouro, quatro de prata e três de bronze, e terminou na terceira colocação no quadro geral de medalhas da modalidade. Na edição anterior, em Assunção 2022, o Brasil havia conquistado seis medalhas – três pratas e três bronzes – e terminado em quinto lugar.

Em Santa Fé (Argentina), o Brasil também voltou a ocupar o topo do pódio do remo nos Jogos Sul-americanos, algo que não acontecia desde Santiago 2014. A medalha de ouro veio com Beatriz Tavares e Jennifer Silva, no Double Skiff Feminino.

“Foi muita raça. A gente olhou para o lado, viu que dava, e uma acreditou na outra. No Double, como em qualquer barco de conjunto, a confiança é importante. E eu confiava muito na Bia, acredito que ela também confiava muito em mim, e isso fez muita diferença”, afirmou Jennifer, 20 anos, atleta mais jovem da Seleção Brasileira em Santa Fé.

“Cheguei mais confiante nos Jogos Sul-americanos pelo resultado expressivo que tive no Mundial de Amsterdã (12º lugar). Antes eu era a mais nova da equipe, mas o tempo vai passando e agora estou me tornando a mais velha. É muito especial poder estar reconstruindo uma história e sendo mais parceira das meninas mais novas, como foram para mim”, explicou Bia, 31, atleta olímpica em Paris 2024.

Beatriz também foi o principal destaque brasileiro na competição. A remadora participou de quatro provas e medalhou em todas: além do ouro no Double Skiff, Bia foi prata no Single Skiff e no Oito Com Feminino e bronze no Oito Com Misto. O Brasil foi ao pódio ainda em outras quatro provas: prata no Single Skiff Peso Leve Feminino e no Four Skiff Feminino, bronze no Double Skiff Masculino e no Single Skiff Peso Leve Masculino.

“Peguei várias gerações de remo feminino e quando vejo seleções femininas grandes em competições na Europa penso como isso é legal. E a gente está construindo, né? No remo, as coisas não acontecem da noite para o dia, demora. São anos de dedicação e renovação. Espero ainda poder ver um remo feminino mais forte com medalhas Pan-americanas em provas de conjunto, que ainda não temos. Estamos trabalhando para isso”, acrescentou Bia.

Encerradas as provas de remo clássico, a cidade de Santa Fé recebe a partir de terça-feira, 22, a estreia do remo de praia nos Jogos. O Brasil tem seis atletas confirmados: Ana Caroline Freire, Fernanda Nunes e Kissya Cataldo no feminino; David Souza, Vangelys Reinke e Yan Costa no masculino.

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Crédito da foto: Bruno Ruas/Time Brasil

Nota Oficial - Jogos Sul-americanos Santa Fé 2026

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A Confederação Brasileira de Remo (CBR) e o Comitê Olímpico do Brasil (COB) informam que a atleta Chloé Gorski Delazeri apresentou um quadro de hipotermia durante treinamento da Seleção Brasileira, na Lagoa Setúbal, em Santa Fé (Argentina), na tarde de sábado, 12 de setembro.

A atleta foi encaminhada ao hospital, onde recebeu todos os atendimentos necessários, com acompanhamento da equipe médica do COB. Chloé passa bem, mas, após avaliação conjunta da CBR e do COB, não seguirá na disputa dos Jogos Sul-americanos Santa Fé 2026.
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